Inscrições para exames de acesso à UAN 2014 terão lugar de 6 a 18 de Janeiro

Publicado 30/12/2013 09:31:14

30/12/2013 09:31:14

As inscrições para os exames de acesso à Universidade Agostinho Neto (UAN), para o ano académico 2014, iniciam na próxima segunda-feira, dia 6, prolongando-se até ao dia 18 de Janeiro de 2014, segundo anuncia hoje a instituição.

Em nota de imprensa enviada à Angop, a UAN avança que para os 43 cursos ministrados nas suas 7 faculdades e no Instituto Superior de Ciências da Saúde (ISCISA), estão disponíveis 4.733 vagas.

A UAN adianta que os candidatos deverão contactar as unidades orgânicas (Faculdades e Instituto) ou consultar o Site WWW.uan.ao para obterem o regulamento dos exames de acesso 2014.

"Os exames de acesso terão lugar no período de 27 a 31 de Janeiro de 2014, conforme calendário em anexo", lê-se no documento.

Para o presente ano lectivo a Faculdade de Ciências receberá 940 novos alunos, a de Ciências Sociais mil e 440, a de Direito 200, Economia 400, enquanto a de engenharia tem reservado 723.

Já a Faculdade de Letras receberá 590 novos estudantes, a de Medicina 120 e o Instituto Superior de Ciências da Saúde (ISCISA) 320.

Angop / Agora

Opinião

  • Atenção a este ASA!
    Mateus Xavier
  • O Preço da "Crise"
    Alexandra de Victória Pereira Simeão
  • Construindo o homem-novo: Quem me dera ser onda
    Benjamim M’Bakassy
  • Gestão de carreira e felicidade corporativa
    Lutchíla Fuco Carlos
  • Um encontro avulso ou um sinal diferente?
    Mário Paiva
  • Opinião. “A única luta que se perde é aquela que se abandona”
    Conceição Branco*
  • Este sobado ainda tem algum valor?
    Júlio Gomes
  • Quantos clássicos inscreve a história da Literatura Angolana
    Norberto Costa
  • Afundados na cauda da tabela
    Mateus Xavier
  • Quando amar é um acto radical: 1 Coríntios 13
    Benjamim M’Bakassy
  • A Lei da Rolha
    Alexandra de Victória Pereira Simeão
  • Angola é Luanda; o resto são bailundos
    Júlio Gomes


Não falta muito para se atingir o zero…

Em tempo de crise, quase já não se fala de combate à pobreza, embora esteja a aumentar o índice de desemprego.

Agora